O paciente, conforme a prefeitura, mora no bairro Chácaras Reunidas Ipê e há indícios de que ele tenha sido infectado quando fazia serviços de poda de árvores em um condomínio fechado.
Após a infecção, o jovem apresentou sintomas: febre, cefaleia, mialgia, vômitos, crise convulsiva etc. Ele ficou internado e recebeu alta, mas com acompanhamento ambulatorial no município. Ainda segundo a Secretaria Municipal da Saúde de Itu, cinco meses após confirmar a febre maculosa, ele segue com dificuldade motora e o suporte da prefeitura.
Neste ano, Itu registrou outras duas suspeitas, que foram descartadas. As avaliações são submetidas a análises do Instituto Adolfo Lutz.
O Painel de Monitoramento de Febre Maculosa do Governo do Estado de São Paulo apontou uma segunda morte pela doença em Salto. O Cruzeiro do Sul entrou em contato com a prefeitura para obter detalhes do paciente. Em resposta, a Secretaria da Saúde de Salto não confirmou o óbito. “Está sendo verificado com a Secretaria de Estado da Saúde o motivo do erro”, diz em nota.
O primeiro óbito na cidade ocorreu em junho, mas a informação só foi repassada à imprensa em agosto. Na ocasião, a prefeitura foi questionada sobre o sexo e idade da vítima, mas a pasta alegou que não poderia informar devido à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
A febre maculosa é uma doença causada pela picada do carrapato-estrela contaminado pela bactéria do gênero Rickettsia, e que acomete principalmente animais, mas que também pode infectar humanos. Não há transmissão de pessoa para pessoa.







